domingo, 17 de junho de 2012

PLACEBO - Devil In Details - Live @ Cologne 03.06.09

PLACEBO - Julien - Live @ Cologne 03.06.09

Placebo - Twenty Years



























Fragmentos de albúns (2010/2012)
 Para que um pouco de mim seja conhecido, seja pelos posts musicais, seja pelos contos que começarei a postar.
Obs: Fotos de Vilson Ortiz e Arlindo Martins.
Que a poesia dos seres urrantes à noite sejam acalentados durante o dia... Que a janela da alma não seja apenas um mero espectador do momento existencial...
  http://www.youtube.com/watch?NR=1&v=2e6HxhmVWP0&feature=endscreen
  http://www.youtube.com/watch?feature=endscreen&NR=1&v=EipGZpAUBws


Placebo - Holocaust(live)

richard ashcroft break night with colour - legendado

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Pink Floyd Time (Legendado)

Mais uma noite sem dormir, o que significa? Me abraçe como irmão, com sentimento de ternura...Tempo, eu não sei... O que aconteceu contigo?Tantas foram as vezes que tropecei em ti. E nunca me disseste teu nome!Nos beirais da noite escura, eu urro...O colo, algo mais querido. O que os mamíferos dão em alguns momentos. Aprendi a escrever esses beirais pela vida, com um companheiro... Sem pedir emprestado, esses beirais me protegem! E não há ninguém para vê-los. Encontrei no passado, a memória ingênua de alguém. Ele me dizia que seria, meu chão, minha linha de chegada...Hmmmm. Narradores... Usarei um heterodiegético ou exodiegético para ver de fora o que os humanos não vêem? Época pós-moderna... O que fizeram contigo? O que farei contigo?Sou da categoria dos humanos, minha comunicação é falha! Enquanto as dosagens de remédios fazem efeito na alma delicada,Como poderei escrever um poema? Nunca fui boa nisso. Nunca segui métrica. Mas Rimbaud e seu amigo Verlaine não eram muito afim disso. Se os tormentos servem para esclarecer as situações depois que o mântua não protege mais. Manhã, não te conheço ainda! E ainda vai brotar algo mais risonho, mais belo que o cotidiano vulgar. Por que penso assim? O que minha já fadigada memória esqueceu que não lembro?E queria tanto teu abraço. Não, é mentira. Minha adorável Cássia - a árvore mais gentil daquela esquina - me observava com sua sóbria vida! Me chama de dramática, embora se preocupe comigo!Ela sabe de minhas intenções verdadeiras. Sabe que a invenção de nosso cotidiano me entedia. Quem as lágrimas não visitaram alguma vez na vida. Não! Nem esperança, nem desespero. Nos subterrâneos que visitei em uma noite, naquele sítio de dinâmica. O escuro não é mal, nem bom. Eu é que não pertenço aquele lugar... Porque sou humana oras! Emergi daquela coberta envolto no meu corpo. Vim a superfície, chorei, ali eu morri pela primeira vez. Como morri a segunda, terceira, quarta e agora. Meu eu antigo ficou em alguma esquina, onde aquela bela moça passeia com sua menina. Tão ternas, tão lindas... Cadê minha estabilidade? Cadê o meu bebê em meus braços? Cássia, sempre me observou naqueles invernos em que olhava no vazio. Minha querida personagem. Onde fostes parar? Te engavetei com minha outra escritora, aquela que olhava tanto a vida pela janela daquela esquina. Sabendo que um dia teria de ser assim, acabar... Venha Morfeu! Eu gosto de teus braços carinhosos. Eu preciso de você... A vida se torna tediosa a uma pessoa que nunca foi... Me abrace com carinho... Perdi cruelmente minha ingenuidade! Não a humanidade... Me ame Morfeu, com suas lascivas histórias que eu gosto tanto. Venha pra mim querido. Não estou agüentando...

Hey You - Pink Floyd [ Legendado - Lyrics ]